UAPI - Universidade Aberta da Pessoa Idosa
Última Edição: 02/12/25
UNIFESP
TRANSPORTE
VLT

Nos primeiros 15 dias o atendimento será gratuito.
Até que enfim !
Mas faltaram as portas, que poderiam ser instaladas ano atrás.
E a sinalização não está completamente instalada.
Promessa é que o serviço será concluído em mais 6 meses...
VLT finalmente chega ao Centro de Santos: novo trecho abre ao público nesta segunda
VLT em Santos: novo trecho começa a funcionar nesta segunda-feira
Novo trecho do VLT de Santos começa a operar neste segunda (1º de Dezembro)
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funcionamento 24/11/2025
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Atraso nas obras e manutenções afetam o início das operações do VLT em Santos 27/05/2025
Iniciam neste mês obras que levarão o VLT ao Centro de Santos - 06/07/2020
Chegaremos pela estação Universidades 1 e retornaremos pela Universidades 2, a três quadras de distancia.
Universidades I, na Rua Campos Mello e Universidades II, na Rua da Constituição
A Estação VLT Universidades 1 - UNIFESP fica na Rua Campos Mello, 130
A Estação VLT Universidades 2 - UNISANTOS fica na Rua da Constituição, próxima da UNISANTOS
Ambas situam-se entre as ruas Dona Luisa Macuco e Joaquim Nabuco
O terreno do antigo colegio Docas pode ser atravessado por estudantes da UAPI com carteira de identificação da UAPI, o que reduz muito o trajeto.
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ARTIGOS
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Atraso nas obras e
manutenções afetam o início das operações do VLT em Santos
Prevista para ser entregue
em 2022, a segunda fase do VLT teve sua inauguração adiada diversas vezes
Fonte: Diario do Litoral 07/05/2025
Leia mais
em:
https://www.diariodolitoral.com.br/cotidiano/atraso-nas-obras-e-manutencoes-afetam-o-inicio-das-operacoes-do-vlt-em/196291/
Previsto para ser entregue
desde 2022, a segunda fase da linha do Veículo Leve Sobre Trilhos se tornou uma
verdadeira incógnita nos últimos anos.
Em fevereiro de 2024, o governador de São Paulo,
Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou que ele começaria a funcionar no
prazo máximo de 180 dias. Entretanto, essa não é a primeira vez que é anunciada
uma previsão para a obra.
Com a demora no início das
operações, quem sofre são os usuários, que ainda precisam fazer a interligação
com os ônibus, que quase sempre vêm lotados.
"O ônibus me deixa na porta
da faculdade, mas demora muito no trajeto e geralmente vem lotado", comentou um
estudante que não quis se identificar.
Segundo ele, o trajeto do
VLT, somado ao tempo que ele gasta andando ou fazendo a baldeação com os ônibus,
resulta em uma viagem de 40 minutos. Com a implementação da segunda fase, esse
percurso teria um tempo médio de 25 minutos.
Já outro funcionário, que
também não quis revelar a sua identidade, revelou que ganharia um tempo
significativo para chegar ao Centro Histórico de Santos.
"Descendo na estação Conselheiro Nébias, tenho de pegar o ônibus e o processo
total dura cerca de 50 minutos. Com o VLT, poderia ser reduzido para 30."
Procurada, a EMTU não
respondeu aos questionamentos do Diário até a publicação dessa matéria.
Cronogramas iniciais
Anunciada pela primeira vez
pelo então governador de São Paulo, João Doria, em setembro de 2020, a segunda
fase do VLT da Baixada Santista liga a Avenida Conselheiro Nébias ao Terminal
Valongo, em Santos.
Um ano depois, em outubro de 2021, a Empresa
Municipal de Transportes (EMTU) informou que as obras estavam previstas para
serem finalizadas no final de 2022. Algo que não aconteceu.
Reclamações chegaram
ao MP
Em julho de 2022, as reclamações dos moradores da Rua
Campos Melo, em Santos, por conta das obras da segunda fase do VLT, mobilizaram
uma equipe do Ministério Público para vistoriar os serviços.
Entre as denúncias que foram
apresentadas na época estão a remoção de postes sem análise adequada,
interrupção de redes subterrâneas, estreitamento de calçadas, interrupção de
acesso a imóveis, entre outras.
De acordo com o MP, com base
no que foi observado, as reclamações "evidenciaram a falta de estudos adequados
por parte da EMTU [Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo,
construtora contratada]".
Já a Prefeitura de Santos
disse em nota que atende a todos os questionamentos do MP desde o começo das
obras, e agora cobra o governo de São Paulo.
Em março de 2023, uma
audiência pública sobre os problemas trazidos pelo atraso na implantação do novo
trecho do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) chegou a ser debatida na Câmara
Municipal de Santos.
Contratempos no
Centro
No começo de junho de 2024, as fortes chuvas que
aconteceram na região da Baixada Santista deixaram alagados diversos pontos do
Centro de Santos, que estavam passando por obras do VLT. Eles causaram um grande
transtorno para moradores e trabalhadores da região.
Além disso, o material usado
para a realização do projeto, como pedras e areia, se misturou com o aguaceiro,
criando armadilhas para quem se arriscava a atravessar.
Na época, o Diário do
Litoral fez uma reportagem audiovisual dentro do projeto Diário de um Repórter,
rotulada como "Feridas do VLT". Você pode conferir a produção abaixo:
A produção mostra o martírio
de moradores e comerciantes que vivem e trabalham no entorno do Mercado
Municipal, no Centro de Santos, que chegou a ser comparado com um cenário
semelhante a um pós-bombardeio, no meio de uma guerra.
Testes
Os testes da segunda fase do
Veículo Leve sobre Trilhos começaram em setembro de 2024. O vagão percorreu a
conexão da Linha 1, no cruzamento da Rua Campos Melo com a Avenida Afonso Pena,
percorrendo 8 km na área central de Santos.
As atividades aconteceram
durante a madrugada, entre as 0h e 4h, e atenderam aos gabaritos analisados de
via permanente e eletrificação.
Novos prazos
Em fevereiro de 2025, o
governador Tarcísio de Freitas revelou que o VLT passaria a operar em até 180
dias, mas que a conclusão dependerá da licitação para a instalação das
portas-plataforma, que estava prevista para o último mês de março.
Os equipamentos servem para
abertura e fechamento sincronizados com os das portas do VLT, para organizar o
embarque e desembarque de passageiros.
Entretanto, na primeira
fase, que compunha os trechos Barreiros-Porto, o serviço passou a operar sem as
portas em todas as estações.
Na época, em nota ao Diário
do Litoral, a EMTU disse que os serviços pontuais ainda estavam sendo realizados
no segundo trecho do VLT, e que seguia passando por testes de rodagem de trens e
aguardava a instalação dos sistemas restantes.
Novos percursos
A segunda linha do VLT
realizará a ligação entre a Avenida Conselheiro Nébias e a região do Valongo. O
modal contará com 8 km de extensão, divididos em 12 estações, que terão
capacidade de transportar 35 mil pessoas por dia.
É esperado que o serviço
auxilie não apenas os moradores e trabalhadores locais, mas também os
universitários por conta da proximidade das estações com a Universidade Católica
de Santos (Unisantos) e da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Já a terceira linha contará
com mais de 7,5 km de extensão e quatro estações, e pretende beneficiar os
moradores da Área Continental de São Vicente.
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Iniciam neste mês obras que levarão o VLT ao Centro de Santos
Reproduzido PARCIALMENTE do site da Prefeitura de Santos - ARTIGO Publicado EM6 de julho de 2020
As obras da segunda fase do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) em Santos começam neste mês. Nesta segunda-feira (6), na Capital, o governo estadual assinou a ordem de serviço determinando o início dos trabalhos, que têm previsão de conclusão em até 30 meses.
Sob a expectativa de transportar 35 mil pessoas por dia, o novo trecho ligará a Linha 1 (a partir da estação Conselheiro Nébias) à Região Central, que passa por processo de revitalização.
Com oito quilômetros de extensão, a Linha 2 dos VLT contará com 14 estações, na proximidade de locais de interesse público, como o Mercado Municipal, o Poupatempo e o Terminal Valongo, onde haverá uma estação integrada com o transporte de ônibus. Todas as vias de percurso serão reurbanizadas. Haverá desapropriações em dez pequenas áreas.
Com 2,65 metros de largura e 44 metros de comprimento, cada composição do VLT tem capacidade para 400 usuários. Todos os vagões possuem ar-condicionado e piso baixo. A velocidade varia entre 25 e 80 quilômetros por hora. A estimativa é que o consumo de energia com este tipo de transporte seja 2,6 vezes inferior em comparação aos ônibus e 5,4 vezes menor em relação aos carros.
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Editorial A TRIBUNA - 27 de maio de 2025 às 06:45 - Texto de arquivo
reproduzido para permitir busca por palavras chave dentro do site.
Passada a fase traumática, mas necessária, de intervenção urbana em Santos para
a instalação da segunda fase do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), ainda não há
uma data definitiva para a inauguração das atividades do modal.
Em
fevereiro, antes da reunião do Conselho de Desenvolvimento da Baixada Santista
(Condesb), no Grupo Tribuna, o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos)
disse que a entrega das obras ocorreria em 180 dias, portanto, no máximo em
agosto próximo.
Entretanto, questionada por A Tribuna na edição do último domingo sobre o início da operação comercial do VLT, a Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) respondeu que a conclusão está prevista para este ano, sem especificar um mês.
Espera-se que isso não signifique alguma demora após agosto ou mesmo que possa ocorrer novo adiamento.
A segunda fase do VLT vai integrar linhas de ônibus e o próprio modal já em operação na Avenida Francisco Glicério, em Santos, integrando as estações Conselheiro Nébias e Valongo.
Esse novo sistema vai modernizar e gerar mais conforto a quem depende do transporte público, principalmente na região central santista.
O início de suas atividades é aguardado com grande expectativa, pois se espera reduzir os congestionamentos e a atrair mais consumidores ao comércio do centro.
Além disso, o VLT é considerado vital para estimular a circulação os planos da Prefeitura de revitalizar essa parte da Cidade com investimentos em moradia popular, que ainda são poucos, mas que já começaram.
Conforme a Artesp, ainda há a necessidade de realizar testes e implantar dispositivos para o completo funcionamento do modal.
Já a Prefeitura de Santos afirma que precisará reordenar algumas linhas de ônibus.
Sabe-se que haverá sobreposição de oito delas, sendo quatro municipais e quatro intermunicipais.
Também será fundamental disciplinar o estacionamento e o fluxo de
descarregamento de mercadorias dos comércios nas ruas centrais movimentadas,
assim como orientar a população sobre o cuidado com a aproximação do trem.
O início das atividades do VLT também é vital para preservar suas
instalações, lembrando que já ocorreram casos de vandalismo e roubo de cabos e
partes metálicas de uma estação.
Aliás, a infraestrutura das paradas já estão concluídas e os lojistas
contam com o movimento dos passageiros para aquecer suas vendas, após longo
período de transtorno com as obras.
A implantação do VLT é uma
oportunidade para questionar a dificuldade para investir em infraestrutura no
Brasil, com processos licitatórios tumultuados por disputas judiciais e obras
demoradas e muitas vezes paralisadas por falta de recursos.
No caso do transporte público, os projetos saem do papel aquém do necessário para a população.
O Estado age corretamente e deve ser reconhecido por manter a expansão do VLT.
Mas tudo precisa ser feito de forma mais célere.
Sem data certa, de novo, VLT em Santos vai custar o triplo 09/08/2025
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